VIAGEM AO PERU

Considerações finais –

  • Foram 7.687 kms rodados, viagem fantástica, conhecemos novos países, costumes, comidas, culturas, linguas, rodovias, montanhas, cervejas, história, altas altitudes, clima, etc…
  • Passamos por situações difíceis, sufocos, medo, mas nada nos fez  desistir desse sonho;
  • Derrubei a moto por tres vezes, parada;  passei em cima de uma bola de futebol com a moto;  cruzamos na rodovia com um caminhão e uma camionete juntos na pista sem acostamento;  passamos por bons hoteis e outros meia boca;  comemos muita trutcha; falamos muito portunhol;  pedi informações umas 800 vezes, e algumas nem entendi nada;  fomos muito bem recebidos pelos Peruanos;  Conhecemos muitos pontos turísticos;
  • No Peru e na Bolivia até Cochabamba, os hoteis não tem ar condicionado, e bebidas em bares e restaurantes são na temperatura natural, pois as noites são frias no ano todo devido às altas altitudes.
  • A Moto BMW GSA 1200: perfeita. , ótima, insuperável;
  • Minha garupa: A Ana, companheira de viagem,  como nas outras grandes viagens que fizemos, aguentou firme, e juntos nossa meta mais uma vez foi cumprida.
  • Até a próxima viagem., que não vai demorar……
velocimetro de chegada
velocimetro de chegada

Dia a dia da viagem com quilometragem

11/agosto – Campo Grande (MS) a Caceres (MT)………………………………….. 916 Kms

12/agosto – Caceres (MT) a Cacoal (RO)………………………………………………..753 Kms

13/agosto – Cacoal (RO) a Ariquemes (RO) …………………………………………..281 Kms

14/agosto – Ariquemes – Descanso.

15/agosto – Ariquemes (RO) a Porto Velho (RO) ………………………………….206 Kms

16/agosto – Porto Velho  – Descanso e Lazer

17/agosto – Porto Velho (RO) a Assis Brasil (AC) ………………………………….808 Kms

18/agosto – Assis Brasil (AC) a Quincemil (Peru) ………………………………….470 Kms

19/agosto -Quince Mil (Peru) a Ollantaytamo (Peru) …………………………….298 KIms

20/agosto – Ollantaytamo (Peru) a Machupitchu – Lazer

21/agosto – Ollantaytamo (Peru) a Cusco (Peru) …………………………………… 98 Kms

22/agosto – Cusco – Descanso e Lazer

23/agosto – Cusco (Peru a Puquio (Peru) ……………………………………………..480 Kms

24/agosto – Puquio (Peru) a Chala (Peru) ……………………………………………. 292 Kms

25/agosto – Chala (Peru) a Arequipa (Peru) ………………………………………… 403 Kms

26/agosto – Arequipa (Peru) a Puno (Peru) …………………………………………. 370 Kms

27/agosto – Puno (Peru) a Cochabamba (Bolivia) ………………………………… 626 Kms

28/agosto -Cochabamba (Bolivia) a Santa Cruz Della Sierra (Bolivia) ……485 Kms

29/agosto – Sta. Cruz Della Sierra (Bolivia) a Corumbá (MS) ……………….. 658 Kms

30/agosto – Corumbá (MS) a Campo Grande  (MS)……………………………….451 Kms

Total ………………………………………………………………………………7.590 Kms

Rodados nas cidades ……………………………………………………………………………….97 Kms

Geral ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,7.687 Kms.

 

19º dia – 30 de agosto de 2015 –  ultimo dia da viagem – De Corumbá a Campo Grande – 451 kms – O Mais  difícil foi passar a 80 km\hora pelos 22 radares entre Corumbá e Miranda.   Pelo menos 02 dele me pegaram.      Parada obrigatória no Redondo onde encontramos com vários motociclistas dos bodes do asfalto. Chegamos em casa às 11:30 horas.

parada obrigatória no redondo.
parada obrigatória no redondo.
Bodes do Asfalto
Bodes do Asfalto

18º dia – 29 de Agosto de 2015 – De Santa Cruz Della Sierra (Bolivia) a Corumbá (MS) – 658 kms –  Essa estrada nos surpreendeu, longas retas, asfalto perfeito,  parece novo.  É um super estradão.   Rendeu tanto que das 7:30 hrs as 1200 horas andamos 525 kms com 1 parada para abastecimento de 20 minutos.    Era puxar 150 kms|hora no piloto automatico, e só tomar cuidados com as vacas, porque não tem cercas na  beira da estrada, o gado vive solto.    Um passaro se acabou,  no meu protetor de mão direito, foi penas e sangue pra todo lado, só assustou a gente.  Tambem tem que cuidar do combustivel, moto com tanque pequeno, tem que levar galão, porque tem 2 trechos enormes que não tem posto.     Num abastecimento a gasolina saiu a 4,15  reais, fazer o que, né?         Chegando em Porto Suares com a gasolina na reserva, parei num posto e mandei encher o tanque, saiu no preço deles, cerca de 1,85 reais., não dá pra entender  essa lei do Evo Morales.

Na fronteira às 1400 horas, com um sol queimando, 37ºC,  na aduana foi super rapida, e ate daria pra seguir em frente, mas como passamos muito calor hoje, e  não tinha nem sombra e nem agua pra beber na rodovia.  Então vamos ficar em Corumbá, hoje, e amanhã almoçamos em casa.

Hoje o velocimetro da moto marcou 25.500 kms, completando essa viagem 7.159 kms.  Amanha fecharemos com 7.600 kms

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protetor do farol cheios de insetos...
protetor do farol cheios de insetos…
chegando em Puerto Suares
chegando em Puerto Suares

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Longas retas, estrada ótima...
Longas retas, estrada ótima…

17º dia – 28 de Agosto de 2015 – De Cochabamba a Santa Cruz dela Sierra – 485 kms – Achamos que ia ser moleza, mas foram mais de 200 kms em montanha, só descendo, e conforme descia a temperatura que estava em 8ºC  ia aumentando. Estradas difíceis, com muitos trechos nas curvas com cascalhos, poeira, muito tráfego de caminhões, e  muitos trechos em duplicação, filas de espera, mas ainda bem que hoje foi só descida, porque subir aquela montanha atras de trocentos caminhões não deve ser fácil.    Fui abastecer a moto e 02 postos recusaram abastecer porque não tinham o formulario para carros estrangeiros.   No 3º convenci a dona e ela me emprestou um galão, no galão pode, só que me cobrou o dobro, e assim mesmo saiu mais barato que no Brasil.       Depois no meio do caminho, abasteci regularmente, só que no preço para estrangeiro.   O desafio vai ser amanhã.   Chegamos em Santa Cruz a temperatura ja marcava 31ºC .   Hoje pela primeira vez um guarda me parou e pediu os documentos, tudo certinho, boa viagem.   No Peru, ninguem pediu, nem no Brasil.     Santa Cruz é uma das melhores cidade que já passamos, bonita moderna e pujante,  e fizemos um city tur quando chegamos, procurando hotel.  Amanhã nossa meta é Puerto Soares a 644 kms….   Ainda bem que acabou as montanhas, porque já não aguentou fazer tantas curvas, e pra compensar chegou o carlorzão.  A Ana tambem já cansou de tirar fotos, hoje mesmo, nenhuma…..    É o começo do fim da viagem….

tomando uma cerveja boliviana em Santa Cruz della Sierra: Cordillera, ótima
tomando uma cerveja boliviana em Santa Cruz della Sierra: Cordillera, ótima

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16º Dia – 27 de agosto de 2015 – De Puno(Peru) a Cochabamba(Bolivia) – 626 Kms – Saimos de Puno cedinho(6ºC) ate a Aduana em Desaguadero (170 Kms).    La, na aduana do Peru foram 10 min, e quando fomos a da Bolivia tinha uma fila de mais de 100 pessoas e dois caras fazendo a migração.     Depois de 3 horas, rodamos ate La Paz, onde passamos direto, pegamos uma rodovia pista dupla de mais de 100 kms feita pela Cosan com dinheiro do Brasil.   Depois disso foi só montanha, mais de 200 kms de montanha.  Chegamos em Cochabamba as  18:00 horas.      Como na fronteira enchi o tanque, consegui chegar até Conchabamba.      A moto nessa altitude (2800 a 3800mts) fica leve e faz mais de 20 km|litro.

Na fronteira Peru|Bolivia
Na fronteira Peru|Bolivia

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Desaguadero
Desaguadero
Desaguadero
Desaguadero
Desaguadero
Desaguadero
Em Desaguadero, fronteira Peru\Bolivia
Em Desaguadero, fronteira Peru\Bolivia
Chegando em Desaguadero
Chegando em Desaguadero

15º Dia – 26 de agosto de 2015 – De Arequipa a Puno – 370 kms – 4:30 h de viagem com longas retas  e  muitas curvas.  A  altitude  de 3.800 mts,  sentimos falta de ar, e mascamos muitas folhas de coca.    Tinha sol, mais tava  frio 10ºC.     Em Puno, uma cidadezinha feia,  um transito caótico, cheio de vans, tuc-tucs, taxis, todos buzinando o tempo todo, fomos de barcos até Uros, no lago titicaca.   Amanhã vamos encarar a Bolivia…..

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14º Dia -25 de agosto de 2015 – De Chala a Arequipa – 403 kms – Pegamos cedo a transamericana que hoje rendeu bem pois andamos uns 100 kms de retas a beira do Pacifico, mas depois veio as montanhas a beira do pacifico com curvas interminaveis, o bom é que não tinha muito sobe e desce.     Ate Camaná foi assim.    Depois até Arequipa pegamos um retão de 90 kms, e assim que começa as montanhas, aparacem tambem muitos caminhões, e chegando em Arequipa fica bem pior, um transito muito louco, quase bati a moto com um velho barbeiro.   Achei um hotel proximo a praça das armas.    Vamos passear e tomar umas geladas…

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Do nosso ap, olha só o visual, ao funda a cordilheira...
Do nosso ap, olha só o visual, ao fundo a cordilheira…

13º dia – 24 de agosto de 2015 – De Puquio a Chala – 292 kms – Em Puquio ,o 5 estrelas não tinha desayuno, saímos na rua compramos umas bananas, barrinhas de cereal e lá se vamos nas montanhas.   Depois de 70 kms em montanhas, chegamos nos pampas.   Enfim retas e vamos a 140 kms\hora até chegamos novamente nos pampas montanhosos.   Lindas paisagens fazem curtir essa viagem da melhor maneira possível.   A Ana tira fotos, apaga fotos, filma, apaga filme, tira fotos depois que passou a paisagem, mas é firme, aguenta o tranco, curte bem a viagem, tem fibra, é corajosa, mesmo com dores musculares, enfrenta com naturalidade o desafio.   Grande mulher da minha vida!!! Chegando em Nasca, cidadezinha feia, no meio do deserto, fomos direto ao aeroporto, fizemos o voo para ver os aeroglifos, num teco-teco exclusivo, eu a Ana, piloto e Co-piloto. e tivemos um pouco de enjôo, mas valeu.     Em cima da moto, às 15 horas ruma a Arequipa.     Chegamos em Chala, às 17 horas e percebemos que não adiantaria tocar em frente porque a próxima cidade fica a 150 kms, com estradas em cimas de montanhas.       Esse trecho foi bom, retas, deserto, chegamos ao Pacifico, na trasamericama e rodamos ao lado do oceano.       Creio que foi o melhor hotel até agora, o Hotel Chala, na beira do mar, mas tá frio 9ºC, e o wi-fi continua uma merda!…    Amanha , rumo a Arequipa, com muitas montanhas, curvas, subidas e descidas….

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12º Dia- 23 de agosto de 2015 – De Cusco a Puquio – 480 kms – O dia vai ser chamado “ Um domingão nas montanhas Peruanas”. , pouco movimento no centro Cusco.   Achamos que chegaríamos a Nasca tranquilamente pois de Cusco a Nasca são 640 kms.   Saimos as 7:30 de Cusco, domingão, pouco movimento no centro da cidade, mas na saída foi um pizero só, nosso gps fez a gente entrar numa rua só de pedestre, depois outra que só passava um carro e tinha um corredor de agua bem fundo.     Mais adiante, ruas esburacadas, poeira, tuc-tucs, vans, e foi difícil sair da cidade.     Saímos e dá-lhe montanha.     Até Abancay, cerca de 180 kms foi uma loucura de tanta curva e tanto sobe e desce, 5 horas em 180 kms, e ainda na chegada de Abancay estavam reformando a pista e só passava um de cada vez. Irk!   Abancay fica num buraco rodeado de montanhas, cidade horrível, passamos direto. Aqui pegamos uns 100 kms entre as montanhas, ao lado do rio e depois começamos subir de novo.   E sobe, e sobe, e sobe, e sobe, parece que estamos indo pro céu.   La no alto paramos num restaurante e comemos outra trucha fresquinha com limonada.     E sobe e desce, e sobe e sobe, chegando ao alto da cordilheira, vimos o tempo fechando o frio aumentando e a viagem não rende, pois é só curva e mais curvas.       Paramos e colocamos as capas de chuvas, luvas de frio, e vamos que vamos.   Aqui foram os lugares mais bonitos, e não tiramos fotos porque a Ana estava com luvas de frio e não conseguia tirar fotos.     Milhares de Lhamas, paisagens lindas, e o frio chegou a 1,5ºC, começou uma chuva fina, pensei lá vem neve.     Não nevou por pouco, mas na beira da estrada já tinha muita neve.   As gotas batiam no parabrisa pareciam que ia congelar.   Nós não passamos frio, estávamos bem agasalhados. Não dava pra parar pra tirar fotos, porque já estávamos atrasados e tava muito frio.    Mas já percebíamos que não ia chegar em Nasca.   Chegamos em Puquio a 150 km de Nasca, e achamos um 5 estrelas, com tv e agua quente, mas sem WiFi.   É aqui mesmo que vamos ficar…. E chegando na cidade crianças jogavam bola e bola foi parar na frente da moto, passei com a roda de tras encima da bola, quase caí, mas bom piloto anda ligado, kkkkk   Mais um dia de muita aventura, talvez maior ainda que a outra travessia para chegar em Cusco.   Quando paramos, a Ana olha pra mim, e diz:   “ Só nós mesmo pra fazer essas aventuras!!”……Aí eu digo “ Te amo, querida!! Como faria isso sem você!””

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Pizza em Puquio
Pizza em Puquio

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mais uma trucha, na estrada...
mais uma trucha, na estrada…

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A Ana saindo do Baños... kkk
A Ana saindo do Baños… kkkDSCN9711
em Puquio
em Puquio

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12º dia – 22 de agosto de 2015 – Em Cusco passeando e descansando.

festa en Cusco
festa en Cusco

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11º dia  – 21 de agosto de 2015 – De Ollantaytambo a Cusco – 93 Kms – Saímos cedo de Ollantaytambo rumo a Cusco, com a moto com problemas no freio traseiro.   Como tinha muitos vilarejos e muitos quebra molas, vim mais devagar, usando só o freio de mão e o freio motor.   Deu tudo, pegamos uma parte de montanhas mas outro cenario.    Em Cusco direto para oficina que achei na Internet publicada por alguns brasileiros, e a porra da pastilha tinha ido pro pau de novo, não andou nem 6 mil kms, vou reclamar com a BMW e só usar a EBS.   Sorte que tinha um jogo de reserva, pois na oficina eles não tinham….Atenciosos me indicaram um hotel, ligaram, e lá fomos nós, Hotel Aranjuez, na av do Sol.      Compramos um citi tour para a tarde e fomos almoçar  na Cusquenita, pertinho do hotel.   Mas que maravilha de restaurante, a Ana foi de Truta de novo e eu fui de Cordero, e tomamos 2 Cusquena, uma de trigo e outra Rojo …..A tarde aquele city tour chato, não aguento mais ver pedra, pedreira, tudo de pedra……   E a noite Ceviche.

Pessoal do Hotel Panaxcancha em Ollantaytambo
Pessoal do Hotel Janxpacha em Ollantaytambo
na estrada p Cusco
na estrada p Cusco

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trocando a pastilha dos freios em Cusco
trocando a pastilha dos freios em Cusco
vilarejo na estrada
vilarejo na estrada

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cusco
cusco
Cusco
Cusco
Cusco
Cusco

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10º dia – 20 de agosto de 2015 – De Ollantaytambo a Machupitchu – desta vez de trem e microonibus.   Saímos as 7:20 de Ollantaytambo de trem da Incarail (1:40h) ate Aguas Calientes.  De lá num Micro Onibus subindo a Montanha num Zig-Zag  ate a cidade sagrada.  Voltamos as 19:00 horas.

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 9º dia – 19  de Agosto de 2015 – De Quince Mil a Ollantaytambo –  298 Kms – Dia maravilhoso, a cordilheira é emocionante, linda, espetacular.   Nunca vi nada igual em todas as minhas viagens de moto que fizemos.    Muito mais bonita do que a travessia de Mendoza à Santiago no Chile.     As curvas, as paisagens, o povo, a cultura, a estrada, enfim tudo muito bom.   No ponto mais alto, 4.800 metros de altitude não estava tão frio, 5ºC,  e se vê gente, tratores  conservando a estrada toda, pois tem muitos desmoronamentos.     Num desvio de cerca de 10 km de subida com cascalho, olhando aquela ribanceira lá embaixo, eu tremi, pensei que não ia dar conta.   Mas estávamos bem protegidos, e mais um desafio deu certo.      Tenho que contar que tomamos remedio para alturas, o Soropostil, e mascamos folhas de coca o tempo todo.      No alto da cordilheira comemos Trucha dourada  (delícia)com batatas da região e chá de coca.     Hoje bati o recorde de fazer curvas, algumas delas dava pra ver a placa da moto. Amanha vamos a Machu Pitchu e só voltaremos a noite e bem cansados….

Ana com a crianças de um lugarejo na cordilheira
Ana com a crianças de um lugarejo na cordilheira
Na cordilheira, com a neve no topo da montanha...
Na cordilheira, com a neve no topo da montanha…

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a 4700 m de altitude
a 4700 m de altitude

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Lhamas na cordilheira
Lhamas na cordilheira

8º Dia – 18 de Agosto de 2015 – De Assis Brasil (AC) á Quincemil (Peru) – 470 Kms – Entramos no Peru, tudo mudou, um excelente estrada, com pouquissimo tráfego, muito bem sinalizada, que até a moto agradeceu.    O ruim é que nas pastagens não tem cerca e tem muitos animais na pista, e tem muitos vilarejos e cada um dele tem no minimo 8 quebra molas devidamente sinalizados.    Parecia Rondonia a 30 anos atras, muita mata virgem, castanheiras na beira da estradas, derrubadas, motoserras, serrarias, caminhoes toreiros, plantios de cacau, banana, mamão e milho.    Muitos    pequenos produtores começando a vida.   Estavamos programados para dormir em Mazuko, mas como chegamos cedo, andamos mais 130 kms e chegamos em Quincemil, uma cidadezinha a beira das montanhas, pré cordilheira, com estradas acompanhando o Rio Madre de Dios pelas montanhas.  Outra vez deixei a moto tombar, estava tentando subir uma rampa de pedras roliças, e não dei conta de segurar, mas .desta vez a Ana não estava montada.    A noite saímos para comer um frango, tomar um gelada, e depois fomos a praça para mascar coca.   A Ana adorou….

Estamos no Peru|||
Estamos no Peru|||
cerveza peruana
cerveza peruana

7º  Dia – 17 de agosto de 2015  De Porto Velho (RO) a Assis Brasil (AC) – 808 kms – Alguns trechos com estrada  cheia de buracos, panelas enormes.   De moto dá pra ir desviando, mas os carros…..   Em Brasiléia adentramos a Bolivia na cidade de Cobija  para comprar o remédio para as alturas que vamos  enfrentar, o Sorospotil.    Chegamos em Assis Brasil às 16:30 horas cansados da estrada ruim e sol escaldante.     Hotel 5 estrelas BELA VISTA,  do Archimedes, o melhor da cidade.  Amanhã vamos passar na Aduana e encarar o Peru.     Ate mandei lavar a moto, porque agora é só estradas boas…

Na balsa do Rio Madeira
Na balsa do Rio Madeira

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ponte da fronteira brasil-peru, que o Lula inaugurou e depois reformou sua chacara
ponte da fronteira brasil-peru, que o Lula inaugurou e depois reformou sua chacara
aduana brasileira
aduana brasileira
Hotel básico em Assis Brasil, do Archimedes, pessoa lutadora que construiu sozinho o hotel, e é o melhor de Assis Brasil, sem duvida....
Hotel básico em Assis Brasil, do Archimedes, pessoa lutadora que construiu sozinho o hotel, e é o melhor de Assis Brasil, sem duvida….

 6º dia – 16 de agosto de 2015 – Em Porto Velho Rondonia revendo amigos.   Visitamos a Tania e o Marcão, Gauchinho e Silvinha, Coronel Gutemberg e Bethinha, alem é claro, de curtir os sobrinhos Priscila e Gustavo e seus filhotes Enrico e Pietra.

Com nossos amigos Valter Gauchinho e Silvinha de Porto Velho, que nos deram todas as dicas para a viagem.
Com nossos amigos Valter Gauchinho e Silvinha de Porto Velho, que nos deram todas as dicas para a viagem.

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Com nossos queridos sobrinhos Gustavo e Priscila e os filhotes Enrico e Pietra
Com nossos queridos sobrinhos Gustavo e Priscila e os filhotes Enrico e Pietra

5º Dia – 15 de Agosto de 2015 – De Ariquemes a Porto Velho – 206 Kms – Sol de Rachar.    Paramos para tirar umas fotos de um ipe, e deixei a moto cair, e la se foi a Ana pro chão.    Em Porto Velho almoçamos na casa de meus sobrinhos Priscila e Gustavo, saboreamos aquela picanha com costeletas de carneiro preparados pelo Gustavo e regado pela cerveja de blumenau Eisenbahn. A noite jantar no condominio.

Esse Ipê me rendeu uma caída da moto, sobrou pra Ana....
Esse Ipê me rendeu uma caída da moto, sobrou pra Ana….
O Enrico se apaixonou pela moto e não largou mais o Capacete
O Enrico se apaixonou pela moto e não largou mais o Capacete
Ipê na estrada
Ipê na estrada

4º Dia – 14 de agosto de 2015 – Ariquemes – descanso na casa do meu irmão Mauril e, matando a saudade da cidade em que moramos por 10 anos. Almoço na casa do Celso\Aldeni, uma super peixada de pintado.    Jantares na casa do Mauril, de Bacalhau e r na quinta feira e risoto de filé na sexta feira.    Não podia deixar de dar um passeio pela cidade de moto com a Anne.

passeando co a Anne em Ariquemes
passeando co a Anne em Ariquemes
Com a Anne e a Aldeni
Com a Anne e a Aldeni
Com minha sobrinha Gabriela
Com minha sobrinha Gabriela
No Shopping em Ariquemes
No Shopping em Ariquemes

3º Dia – 14 de agosto  de 2015 – De Cacoal a Ariquemes (RO) – 281 kms – Com parada em Jaru, onde visitamos os amigos Valdir, Nilson Bicudo e Geromel.   Calor intenso, transito de caminhões infernal e estradas esburacadas caóticas.      Em Ji-Paraná parecia estarmos na India, com aquele sol de fritar ovo no asfalto esburacado, 50 sinaleiros de 4 tempos, 87 radares e 113 quebra molas, irk.  Em fim chegamos em Ariquemes, sob sol escaldante de 40 graus, visitamos oss amigo Lirio e Rosely Rigon, no seu novo brinquedinho: posto de gasolina.   Na casa do meu irmão Mauril, aquela janta especial feita pela cunhada Lu.   A Ana e eu estamos ótimos, em boa forma, sem dores.

Com os amigos Valdir e Nilson Bicudo, em Jaru
Com os amigos Valdir e Nilson Bicudo, em Jaru
Com Valdir
Com Valdir
muito calor
muito calor
Em Ariquemes com o Mauril
Em Ariquemes com o Mauril

2º Dia – 13 de agosto de 2015 – Caceres (MT)

a Cacoal (RO) – 753 Kms – De Caceres a Vilhena a estrada estava boa e com pouco transito, onde rodamos a 150 Kms\hora, mas de Vilhena a Pimenta Bueno, uma buraqueira só, parece o governo da Dilma,  aos franngalhos.   Muito calor, e nesse trecho que tem a cara do PT, muitos caminhões puxando soja,  trafego  intenso.    Chegamos em Cacoal, hospedamos no Hotel BR 364, do amigo Cridão,  ou Euclidão, que nos proporcionou uma cervejada geladissima, pra gente que passou o dia naquele mormasso, foi ótimo, tanto a cerveja como a companhia.

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ainda falta muitos kms
ainda falta muitos kms

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muitos buracos
muitos buracos
como é bom pilotar essa BMW....
como é bom pilotar essa BMW….
Passei na Utra Vilhena pra visitar meu amigo Fernadão, mas não deu certo, Taí a prova, fui lá....
Passei na Utra Vilhena pra visitar meu amigo Fernadão, mas não deu certo, Taí a prova, fui lá….
Comemoração de 20.000 Kms em Cacoal (RO), da minha Azulona, aos 34 ºC às 17:30 hrs.....
Comemoração de 20.000 Kms em Cacoal (RO), da minha Azulona, aos 34 ºC às 17:30 hrs…..

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1º Dia – 12 de agosto de 2015 – Campo Grande à Caceres (MT) – 916 Kms – Saímos de Campo Grande às 06 horas da manhã, com 21ºC e  a cada meia hora a temperatura aumentava.    As 9 hrs em Coxim ja estava 29ºC e às 10 hrs em Rondonópolis  ja estava 34ºC.     Em Cuiabá 39,5º C.      Acho que molhei a segunda pele umas 5 vezes.      A estrada, apesar do intenso trafego de caminhões e está boa, e sendo duplicada  a todo vapor.   Tivemos que fazer varias paradas, pelo calor que fez.   Chegamos em Caceres às 5:30 hrs. e jantamos um pintado na grelha.

quen não anda de moto não vê essas paisagens
quen não anda de moto não vê essas paisagens
as estradas duplicadas ainda não estão prontas, mas as gabines de pedágios estão prontas pra cobrar...
as estradas duplicadas ainda não estão prontas, mas as gabines de pedágios estão prontas pra cobrar…
alguns trechos a segunda pista ja esta nos finalmentes...
alguns trechos a segunda pista ja esta nos finalmentes…
muito sol e calor....
muito sol e calor….

Gasolina em Cuiabá 3,00 e alcool 1,88.   Acorda Campo Grande…..

Pré viagem

Amanhã, 11 de Agosto de 2015, vamos dar a largada a mais uma viagem, desta vez o PERU.  Sairemos bem cedinho para tentar chegar a Cáceres (MT) cerca de 900 kms.      Mas como o calor nesta região esta a beira de 40º C e a umidade muito baixa, se chegarmos a Cuiabá,

está ótimo, mesmo porque este trecho é de muito transito de caminhões e carretas.    Tudo pronto, hoje  tiramos a Moto da Concessionaria BMW da revisão de 20.000 kms, mesmo ela estando com 18.341 Kms,  que estava lá desde terça feira passada, esperando chegar  um retentor da bengala (amortecedor dianteiro) que estava com vazamento de óleo.    Chegou sábado e hoje, graças a eficiência do nosso mecânico oficial da BMW, o Dr Lazinho, tudo ficou pronto.

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Também tivemos a colaboração do nosso amigo Heitor, que nos deu aulas de GPS e uma planilha de toda a viagem, alem de muito incentivo..

Tudo pronto, portas em automático, malas prontas pra encarar muito calor e muito frio na cordilheira), moto revisada, pneus novos, lá vamos nós……

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6 comentários em “VIAGEM AO PERU

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