COLÔMBIA/EQUADOR/PERU/BOLÍVIA – A viagem.

Fim da Viagem, 14.258 kms, moto muito suja, pneus carecas, pelo visto vou pilotar por mais algumas noites….

Cidades que gostamos:

Bolívia: Santa Cruz da Serra, Entre Rios e Copacabana;

Peru: Moquegua, Chala, Nasca, Pisco,  Huaraz, Trujillo, Chiclayo, Piura, Mancora, Cusco e  Puerto Maldonado;  Fugimos de Lima.

Equador: Machala, Cuenca,  Riobamba,  Ibarra, Quito, Quevedo, Santo Domingo.  Deixamos de ir a Guaiaquil.

Colômbia:  Ipiales, Pasto e  Cali; Perdemos Cartagena, Bogotá e Medelin.

30º. Dia – 23 de novembro 2018 – Sonora a Campo Grande – 365 kms – das 7 as 11 horas – Outra vez o Raul desapegado perdeu- se.  Esperamos por mais de uma hora e não sabíamos se estava atras ou na frente, e num pedágio ficamos sabendo que estava na frente.   Muita chuva chegando em Campo Grande.   Os meninos almoçaram em casa e partiram para a estrada, rumo a Curitiba e Blumenau, loucos de saudades

29º dia – 22 de novembro de 2018  – Pontes e Lacerda à  Sonora – 805 kms –  Das 7:30 às 19 horas.  Estradas estão boas de andar, exceto na saída de Cuiabá com milhares de caminhões e em Rondonópolis  onde  os caminhões são infinitos.  De Cuiabá a Sonora, quase 95% já duplicada.  Tivemos que entrar em Cuiabá para trocar o pneu da moto do Raul que já estava nos arames, e aí perdemos umas 3 horas, mas aproveitamos para almoçar no Restaurante Okada, especialista em peixes.

 28º dia – 21 de novembro 2018 – Ariquemes a Pontes e Lacerda – 824 kms –  das 9 as 27 horas – tivemos um desvio de uma ponte interditada  próximo a Cacoal, numa estrada vicinal de 20 kms, duas chuvas pesadas, uma na saída e outra próximo a Comodoro.  Raul deixou acabar a gasolina da moto, salvo pelo super Gil que tinha mangueira e galão, e das GS’s com tanque de 30 litros. 

27º dia – 20 de novembro 2018 – Rio Branco a Ariquemes – 708 kms  – das 8 as 17 horas – o que atrasou a viagem foi a balsa no Rio Madeira, onde estão construindo uma ponte a 5 anos, e um trecho próxima a hidrelétrica de Jirau, de 10 kms onde estão aterrando por conta da represa, onde perdemos mais de uma hora, alem das varias chuvas.   Em Ariquemes fomos recepcionados pelo  Lirio Rigon & Rosely, com um churrasco regado a Heineken.   Fiquei na casa do meu irmão caçulinha Mauril, e fiz uma visita rapidinha a minha sobrinha Annie, Celso e Aldeni.   Deixei de visitar muitos amigos em Ariquemes e Jaru, por conta da pressa de meus amigos e viagem com saudades das esposas.  Na fronteira Acre|Rondônia, a minha moto a super GS 1200 Adventure (Azurra), marcou no seu odômetro 100.000 quilômetros.   Com 2 anos e 10 meses de uso, essa máquina que me encanta a cada dia e só me da alegrias,.  Uma moto perfeita. 

26º Dia – 19 de novembro 2018 – Puerto Maldonado (Peru) à Rio Branco (Acre) – 576 kms – 7:30 às 16:00 –  Viagenzinha tranquila pelas estradas Peruanas, aliás estradas top’s, be   No trecho sinalizadas, asfaltos de primeira, mas entrando no Brasil, uma buraqueira que dá raiva, muito calor 45ºC, chuvas a cada meia hora.      Na Amazônia Peruana,  ainda existe  muita mata, apenas próximo da rodovia  algumas derrubadas com plantações de cacau, mamão, pastagens e  muitas madeireiras.   No almoço tomamos aquele suco de “cupuaçu” que a muito tempo não tomávamos.  à noite fomos recepcionados pelo nosso amigo Salomão em Rio Branco/AC, com aquele delicioso churrasco.   Salomão é amigo de juventude dos bons tempos de Cruzeiro do Oeste, e mora em Rio Branco .   Obrigado Salomão, estava tudo muito bom, boas conversas, boas lembranças.

25º dia – 18 de novembro 2018 – Ollantaytambo à Puerto Maldonado (Peru) –  550 Kms – 7:30 às   16:00 horas –  Pra tirar as motos de dentro do hotel tivemos que tirar as portas, pois as BM’s não passavam, mas foi rapidinho com o super Gil.   Metade dos kms nas alturas, à 4700 metros de altitude e temperatura de 8ºC, muitas curvas,  e metade na Amazônia Peruana,  com 27ºC, muito calor e chuvas,  retas, tudo num asfalto perfeito.      Novamente o Jaspion do grupo, o  Raul desapegado se perdeu, não tem GPS, saiu na frente e desapareceu, errou a estrada, mas já contactamos com ele em Puerto Maldonado.  Amanhã entraremos no Brasil…

24º dia – 17 de novembro 2018 – passeio em Machu Pitchu – saímos as 6:30 do hotel chechelentus, trem, busão, e passeio.  Na volta em  Águas Calientes fomos as Termas tomar aquele banho de águas quentes.    Depois o trenzao de volta a Ollantaytambo, chegando ao hotel de Tuc-Tuc.

23º. Dia – 16 de novembro 2018 – Cusco a Ollantaytambo – 82 kms – Em Cusco  de manhã fomos do mercado de São Pedro, lojas de motos e um giro pela praça das armas.   Almoço com Truchas e a tarde fomos a Ollantaytambo, hotelzao básico, que para guardar as motos passamos com elas pelo restaurante.   Compramos as passagem do trem, do ônibus e entrada para Machu Pitchu $ 184.

22º dia – 15 de novembro 2018 – Chalhuanca a Cusco (Peru) – 208 kms –  Das 7 às 12;00 horas. Saímos do Hotel espelunca às 7 horas, pois nem café tinha.  Viagenzinha light, curtindo as curvas, 4500 mts de altitude, frio só lá em cima, quando descia esquentava.   Em Cusco fomos direto almoçar no mais tradicional restaurante peruano:  La Cusquenita,  onde saboreamos um dos principais pratos da casa, o ceviche peruano, acompanhados de show tradicional.

21º dia – 14 de novembro 2018 –  Pisco à Chalhuanca (Peru) – 570 Kms –    De Pisco a Nasca, estrada mais ou menos  bem congestionada, mas reta.   Chuvinha fina, mas depois de Nasca,  encaramos 350 kms de montanha,  mas bota montanha nisso, estradas boas, mas muitas curvas e sobe e desce um milhão de vezes, altitude de até 4.600 mts e temperatura de 10ºC com sensação de 0ºC.     Chegamos nessa cidadezinha Chalhuanca, encravada entre a s montanhas   e pegamos um hotelzinho meia boca.    Em Nasca, aproveitei para trocar o óleo da moto, e as pastilhas de freios.   Amanhã chegaremos em Cusco, mais 300 kms de montanha.   Em Chalhuanca, não achamos cerveja gelada ou fria  em nenhum bar ou restaurante da cidade, conclusão: primeiro dia sem beber cerveja!!

20º dia – 13 de novembro 2018 –  Trujillo à Pisco (Peru) – 812 kms –  Das 8 às 17 horas – 90% em auto pista, essa transamericana é um espetáculo a parte, imagens mirabolantes,  toda a beira mar, com desertos, praias, morros, curvas, enfim prazerosa de pilotar.   Como inconveniente tem  as vilas e cidades, que acabam a autopista, entram nas cidades, trocentos quebra molas e sinaleiros congestionando o trafego de caminhões.   DE manhã troquei as pastilhas de freios traseira que não resistiram muito, acabei usando uma meia boca de reserva.     Tambem a bateria deu um susto no caminho, mas foi só um cabo frouxo. Na passagem por Lima, a capital \Peruana,  2 horas, num transito horrível, travado, e perigoso.   Bati as malas laterais do moto por tres vezes, e numa delas derrubei a moto, levantei-a sozinho no meio daquele pizeiro, e vamos que vamos.    Perdi os amigos, que não tinham malas laterais e entravam em qualquer  buraco para ultrapassagem, mas reencontramos na saída da cidade.

19º dia – 12 de novembro de 2018 – Mancora à Trujillo (Peru) – 621 kms – das 10:00 às 17:30 horas –   Primeiramente aproveitando o sol de Máncora, fomos tomar um belo banhos nas águas do Oceano Pacífico, na linda praia de Mancora.  As 10 horas partimos para a estrada até Trujillo, uns 25% duplicadas, muitas retas, e o complicador são os vilarejos e algumas cidades que tivemos que passar por dentro, com muitos tuc-tuc, quebra-mola, transito louco.     Como as estradas estão próximo ao Pacífico, muita parte dela entre imensos desertos de areia e hoje estava com vento muito forte deixando a pisa com areia.   Dia todo ensolarado, rendeu até bem.      No Peru, as motos não pagam pedágios, ao contrario do Equador que pagam $0,20 de dólar americano.  Policia nenhuma  nos incomodou, diante de tanta irregularidades,  somente olham as motos….

18º dia – 11 de novembro de 2018 –  Riobamba (Equador) a Mancora (Peru) – 625 kms – das 7:30 às 17:30 horas –   Viajamos 250 kms entre montanhas a 3.000 metros de altitude até Cuenca, uma grande e bonita cidade, depois mudamos a rota, em vez de ir a Loja e sair do Equador  no meio, fomos ao litoral, passando por Chala,e Huanquillas  na fronteira.   Na aduana foi tudo muito tranquilo e rapido.  La encontramos um jovem motociclista Colombiano Alfredo,  que nos levou a Mancora, num hotel a beira do Pacífico “Las  Olas”.  Acho que vamos ficar por aqui!!!!   Almoçamos porco frito com milho verde cozido.   Passamos por regiões montanhosas, desérticas, produtivas, florestais, pedregosas, um pouco de cada, boa estradas, boa parte de auto pista.   Um domingo com sol, pouco nublado, mas sem chuvas, enfim muito bom para motocar….   A noite fomos jantar com o Colombiano regado a Cuzquena.

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17º dia – 10 de novembro de 2018 – Tulcan a Riobamba (Equador)  – 484 kms –  das 7: 30 às 15 horas.     Hoje foram as melhores estradas que pegamos, quase 70% de autopista com asfalto e sinalização impecável.    No trecho fronteira a Quito, já tínhamos passado na vinda e a a estrada é muito boa.   De Quito resolvemos  mudar a rota que viemos para o centro Equatoriano.   Tudo pista dupla, região muito bonita,  muito verde, muita produção, estrada impecável,  curtimos muito, e paramos mais cedo.     Hoje passamos em boas e bonitas cidades equatorianas com Tulcan, Ibarra, Ambato e Riobamba, todas grandes, limpas e agradáveis.      Encontramos com o Raul, que ondem se perdeu do grupo e também derrubou a moto em cima do pé, e tá com o pezão inchado.    Hotel La Colina, em Riobamba, simples, bom e barato!!

Amanhã vamos encarar as montanhas e milhares de curvas, indo a Cuenca e Loja, estradas que não passamos na vinda.

Hoje batemos a quilometragem de 7.500 kms rodados em 17 dias.

16º dia – 09 de novembro 2018 – Cali (CO) a Tulcan (EQ) – 482 kms –  das 7 às 20:30 horas –   Na saída de Cali o transito congestionou, foi difícil sair.    Pegamos muitas chuvas inclusive no trecho de reforma das estradas, muitos caminhos, muitas paradas.   Encontramos outro mexicano viajante de moto, o Arturo, que planeja ir ao Ushuaia.   meio doidinho…   Depois, chegando em Ipiales, a  ultima cidade colombiana, fomos ao Santuário da Virgem de Las Lajas, e de lá direto para a fronteira.   Isso já era 18 horas.  Na Aduana Colombiana uma fila de 100 pessoas, e depois na Equatoriana outra fila de 300 pessoas.  Enfim deu tudo certo, estamos em Tulcan.

BO do dia – Nosso amigo Raul, o Jaspion, andou muito forte na frente nas curvas das montanhas e se perdeu do grupo. Conclusão: está em outra cidade dormindo, mas amanha nos encontraremos.

15º dia – 08 de dezembro 2018 –  Turismo em Cali, um bela cidade colombiana de 2,5 milhões de habitantes, de quase 500 anos,  1.000 mts de altitude, fica entre as cordilheiras dos Andes ocidental e central, é uma das mais importantes cidades da Colômbia.    Capital da Salsa musica caribenha,  e um povo muito cordial e afável.,     Passeamos pelo centro comercial com praças, feiras artesanal, comidas  e frutas regionais.

14º dia – 07 de novembro 2018 – Pasto à Cali (Colômbia) – 360 kms – das 7 às 14 horas –  Só Montanha, curvas, trafego intenso de caminhões, vilarejos, muitas motoquinhas na rodovia, enfim só melhorou nos últimos 50 kms com alguns trechos duplicados , um asfalto melhor, e sem montanha.     Enfim chegamos ao nosso destino final, agora é só voltar, passando por Cusco e entrando no Brasil pelo Acre.  Só de pensar em fazer tudo isso de novo,todas aquelas Aduanas, e todas aquelas curvas….. irkkkkk

13º dia – 06 de novembro 2018 –  Quito (PE) a Pasto (CO) – 345 kms – das 7 a 17 horas – De Quito ate a fronteira (150 kms) a estrada e ótima, 50% de pista dupla, mas tudo em montanhas.   Na Aduana tudo correu bem, mas em torno de 2 horas.  Entramos na Colombia, e a estrada toda esta em obras.   Mil maquinas e mil caminhoes fazendo a primeira e segunda pista de uma vez so.  Haja paradas, e tudo em montanhas com mil curvas  a direita e mil e cem a esquerda, tudo isso a 2.500 a 3.000 mts de altitude.  Hoje ha chegamos a 6.000 kms rodados e as motos impecaveis.   Amanha chegaremos em Cali.

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12º dia – 05 de novembro 2018 – Quito – dia de descanso das motos e dos pilotos e para turistar em Quito, uma bela cidade com 2 milhões de habitantes,  a 2.850 mts de altitude tem um dos maiores e mais belos centro histórico do continente, fica na metade do mundo latitude 0’00”.      Alugamos um carro com o super rápido  quase parando motorista Patricio e fomos conhecer a cidade.  Fomos ao centro do mundo, na linha equatorial geodésica que determina o ponto da latitude 0″00″,  na grande catedral metropolitana e  na imagem da virgem  lá no alto da montanha observando a cidade.      Mas, bom mesmo é o centro histórico, cheio de lojas, monumentos, bons restaurantes, bares, e muitos turistas.

11º dia – 04 de outubro 2018 – Machala a Quito ( Equador) 540 kms – 9 horas de viagem – transito intenso devido a volta do feriadão, no retorno a capital Quito.  De moto fomos cortando tudo, ultrapassando por todos os lados.   Muitos vilarejos na beira da estrada e um milhão de quebra molas e sinaleiros.  Os últimos 100 kms foram sob chuva e montanhas.  Cafe da manha e almoço na estrada, pamonha e ovos fritos.

10º Dia – 03 de novembro 2018 – Chiclayo (Peru) a Machala  (Equador)- 640 kms –  ate a fronteira com Equador foi tudo bem, cerca de 300 kms,  estrada boa, cenario desertico, e na fronteira se enrrolamos na aduana Equatoriana, sistema fora do ar, 2 horas de espera.   No Equador somente montanhas, altitude em torno de 1.700 metros, e comecou o calor.    Um milhão de curvas.  250 kms em 4 horas.   No Equador somente dolar americano.  Gasolina cerca de r$ 2,70.    Em Machala capital da banana, clima tropical, muito quente..   Na Aduana conhecemos o Mexicano Luiz, que viaja na America toda numa Yamaha 250, e participa de vaquejadas.   Almocamos um super hamburguer.

9º Dia – 02 de novembro 2018 – Huaraz a Chiclayo (Peru) – 545 kms –  Em Huaraz decidimos não fazer nenhum passeio tendo em vista que todos tinham caminhadas e  são bonitos no inverno, e nós não temos pernas para caminhar….      Caímos na estrada, desta vez por outro lado pegando a estrada á Trujillo ao norte peruano.   Subimos novamente a 4.300 metros de altitude, curvas e mais curvas, mais hoje estava  ensolarado e tivemos um visual incrível.    Também tivemos 20 kms de estradas esburacadas.   mas valeu a pena pilotar a moto naquelas alturas cheia de curvas subidas e descidas.   Passamos por Casma,  Chimbote,  Trujillo, Pacasmayo e chegamos em Chiclayo, uma linda cidade.     Alguns trecho de pista dupla, e outros passando por muitas vilas cheia de quebra molas e muito movimento de tuc-tuc, e cheio de cachorros pela estrada. Utrapassamos um carro da policia na faixa continua, e tudo bem!!

8º Dia – 01 de novembro 2018 –   Paracas a Huaraz – 630 Kms – Hoje foi dia “adventure”.   Saímos de Paracas com destino a Lima onde ficaríamos um dia para conhecer a capital peruana.     Pista dupla, estradão, mas, chegando em Lima o bicho pegou.     Endereço do Hotel reservado no GPs, entramos em Lima , 40 kms de congestionamento, o GPS nos levou para outra saída da cidade, que estava um inferno, um transito travado, em vista do cemitério que fica na saída.    De moto contornamos bem furando fila, passando pelo meio dos carros, ônibus, caminhões. mas voltar tudo aquilo de novo não dava.    Assembleia geral decidimos deixar Lima de  lado e tocar para o norte.    Conseguimos ligar para o hotel pedindo cancelamento. e seguimos em frente.    Depois de 150 km de pista dupla paramos e nova assembleia, saímos da rodovia que leva ao norte e fomos para Huaraz, um cidade turística nas montanhas.      Ate la foram 240 kms em 6 horas.      Subimos até 4.200 mts de altitude, um frio de  4° C, chuva fria pra cacete, pista lisa e escorregadia cheia de óleo. chegamos  já anoitcendo as 19 horas.    Hoje foi federal….  E a chuva continua  caindo forte…

7° Dia – 31 de outubro 2018 – Camaná a Paracas (Perú) – 625 kms – \estrada bastante pesada, muitos caminhões, trechos em reforma, região desértica, ventos fortes, tempestade de areia.  ROdovia transamericana, sempre proximo do oceano Pacifico com visuais incriveis.   Almoço em Nazca, onde também visitamos algumas linhas aeroglifas.    Num trecho de desvio por reforma na estrada, o Raul atolou a moto num areião.      Previmos pernoitar em Pisco, mas difícil achar um Hotel, fomos a Paracas a 10 km, região turística praiana.

6º Dia – 30 de outubro 2918- – Copacabana(Bolivia) a Camaná (Peru) – 690 kms –  Logo que saímos de Copacabana a 10 kms já fizemos a Aduana rapidinho, e a 50 kms em Desaguadero (Peru) fizemos o seguro obrigatório Peruano SOAT e caímos na estrada.    A melhor estrada da viagem, perfeito, pouco transito, muitas montanhas, curvas e mais curvas, quase sempre a 4.500 mts de altitude, sol maravilhoso, dia perfeito para pilotar. A unica reclamação é que não tem o que comer, pouca estrutura na estrada, ficamos na barrinha de cereal.   Avistamos o Oceano pacifico as 18 horas, e logo nos alojamos no hotel dos turistas.

5º Dia – 29 de outubro 2018 – Copacabana – Dia de descanso da moto e lazer dos pilotos.  Fizemos um passeio de barco pelo Lago Titicaca, lado boliviano indo às Isla del Sol e Isla de La Luna.

4º Dia – 28 de outubro 2018 – Tholar à Comodoro – 276 Kms – Também se lascamos em La Paz, aquele transito infernal, GPS não funciona, um milhão de vans travando o transito, mas depois que saímos da cidade foi tranquilo, indo ao lago titicaca, lado boliviano, na cidadezinha turística de  Copacabana.   Estradas belíssimas sobre as montanhas contornando o lago, e depois uma travessia de balsa, uma balsa horrível para colocar e tirar a moto de ré.   Se alojamos do Hostal da Sonia, e fomos almoçar.     Carne dura pra cacete,  cerveza boliviana Paseña quente, irk!!   A Noite vamos  comer “trutchas” e amanhã, segunda feira braba  vamos passear de barcos nas Ilhas La Luna e Iha do Sol, porque ninguem é de ferro.    Em La paz fomos abastecer e o frentista estava abastecendo sem cadastrar no sistema de estrangeiros com preços quase triplicados, e na hora chegou o fiscal do governo…..   BOzão para o posto….

3º Dia – 27 de outubro de 2018 – Entre Rios a Tholar (70 KM antes de La Paz) – 470 Kms.    Como já sabíamos que a rodovia estava trancada por protestos e que certa altura da montanha tinha horários para subir e descer, as 6 da matina partimos, quando ja tinha uma fila de trocentos caminhões e ônibus esperando  a abertura da pista.     Passamos pelo meio ou pelas laterais das duas filas de caminhões e logo abriram a passagem.  Ultrapassamos mais de 100 ônibus e uns 300 caminhões.    Nunca vi tanta confusão numa reforma e ampliação de estradas, feita por construtoras chinesas, sem sinalização nenhuma, sem policial para por ordem, enfim quando já tinha duas pistas prontas, os carros e caminhões iam e voltavam nas duas pistas. Umas mil pontes em construção, muitos buracos, desvios, pegamos chuva, em fim uma zona bolivariana!   Saímos sem café, e nas montanhas tinha muita barracas de bananas, foi nosso café.    O almoço, banana com pão e mamão.   Nosso amigo Gil deixou tombar a moto pela primeira vez na viagem, caiu em cima do pé.    Até dava pra chegar em La Paz, mas ninguem aguentava mais, dores pra todo lado, então ficamos no Hotel Gran Poder (sem wi-fi) a menos de 70 kms de La Paz.  Altitude de ate 4.500 mts e T de ste 6 graus.

2º Dia – 26 de outubro 2018  –  Águas Calientes à Entre Rios – 658 kms – Tudo muito bom, estradas boas, não fosse ficar por 2 horas em Santa Cruz de la Sierra procurando a saída para Cochabamba, e o GPS com mapa da Bolivia mais perdido que cego em tiroteio, dizem que a Bolívia não paga os royalties do satélite.      E ninguém informa direito, alias a maioria nada sabe, além de nenhuma placa informando.     Depois de Santa Cruz, as estradas estão sendo duplicadas, então pensa numa bagunça generalizada de carros e caminhões, desvios, cascalhos, paradas, chuva, poeira….     Em Entre Rios conseguimos o melhor hotel da região, o Lhaves, que tem Wi-fi mas não funciona, e lá conhecemos o pernambucano Fabio, treinador de futebol do time local a caminho da primeira divisão, simpático e prestativo. Sucesso Fabio!!

1º Dia – 25 de outubro 2018 – Campo Grande à Águas Calientes (Bolívia) – 648 kms.  Recebi os amigos Gil e Raul ontem em casa onde degustamos um churrasquinho com cerveja, e às 7: 00 já estávamos partindo,  chegando a Fronteira com a Bolívia as 12:00 horas,  e a Aduana Boliviana abriu somente as 14:30 h e nos liberando somente as 16:30.  Haja burocracia dessa Aduana.   Nesse tempo uma forte chuva caiu alangando tudo, e nós sem almoço salvos pelas barrinha de cereal.     Depois foi só pegar estrada, e nos hospedamos em Aguas Calientes no bom hotel “La Masia” (mas sem wi-fi), assessorado pelo Cristofer que até gasolina foi buscar em galões para abastecer nossas motos.  A noite fomos tomar aquele banho de rio de aguas calientes (45ºC), e voltamos pelos trilhos do trem….

VIAGEM COLOMBIA 3

Maquina pronta!! QUE VENHA A COLOMBIA!

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Amigos de viagem Raul e Gil, vindo a Campo Grande pra iniciarmos o grand tour

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Uma viagem de moto programada para percorrer 4 países da América do Sul, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia, num período de 30 dias, por volta de 14.000 kms, saindo de Campo Grande/MS no dia 25 de Outubro de 2018.       Meus companheiros de viagem, Gil (Curitiba), que já fizemos uma grande viagem ao Ushuaia em 2017, e o Raul (Blumenau) que conhecemos no grupo de motociclistas BIG TRAIL, e já nos encontramos em Bonito/MS e em Passo Fundo/RS.   Eles sairão dia 23 com destino a Campo Grande, de onde partiremos.      Numa grande viagem, onde  enfrentaremos altas  e baixíssimas temperaturas,  nas várias travessias da Cordilheira dos Andes, em até 4.500 metros de altitude, todo tipo de estrada, enfrentando transito caótico, passando pelas capitais La Paz, Lima, Quito e Bogotá, que  teremos  muitos cuidados nas estradas e na manutenção das motos, vamos solo, isto é, sem nossas companheiras de estradas.   Alvará e Permisso  já  concedidos.   Veja nosso plano de viagem.

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Moto em revisao completissima!!  Tudo ok!!  Pneus novos!

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